Índice Geral de Cursos
Univates tem o melhor conceito de graduação entre 91 universidades

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta sexta-feira, 23, o Índice Geral de Cursos (IGC) que avalia a qualidade das Instituições de Educação Superior no país e que aponta a Universidade do Vale do Taquari – Univates como a Universidade privada com o melhor conceito de graduação do Brasil entre as 91 universidades não públicas avaliadas. Na região Sul e no Rio Grande do Sul, a Univates ficou classificada como a terceira melhor universidade privada, em relação ao IGC.
No país, a Universidade figura como a sexta melhor universidade não pública. No IGC, a Instituição manteve a nota 4, considerada de excelência pelo MEC (numa escala de 1 a 5). Pouco mais de 20% das instituições do País alcançaram este índice de excelência (notas 4 e 5), ficando a maioria (63%) com conceito satisfatório (nota 3).
Para a reitora da Univates, professora Evania Schneider, o resultado é um reconhecimento ao trabalho conjunto de professores, estudantes e da Instituição na construção do conhecimento e na formação não apenas de profissionais, mas de cidadãos. “Neste último ciclo avaliativo, a Univates alcançou o melhor índice desde o início da avaliação em 2007 e esse desempenho vem sendo crescente nos últimos anos. Isso reforça que temos desenvolvido um excelente trabalho que integra o Ensino, a Pesquisa e a Extensão e impacta na qualidade das comunidades nas quais estamos inseridas”, avalia ela.
A vice-reitora e pró-reitora de Ensino, professora Fernanda Pinheiro destaca que o resultado alcançado chancela a qualidade dos cursos de graduação da Univates, a partir de critérios oficiais estabelecidos pelo Ministério da Educação. “Para quem busca um curso superior, é um indicativo importante na escolha da instituição de ensino. Se a Univates tem o melhor conceito de graduação entre as universidades privadas do país, se nossos cursos estão entre os melhores do Estado e do país, é porque currículo, aulas, professores, estrutura e experiências que são realizadas durante o percurso formativo de nossos estudantes contribuem de diferentes formas e em diferentes momentos para isso”, afirma Fernanda.
Ao todo, os resultados foram calculados para 2.070 instituições públicas e privadas do Brasil. Os dados do IGC divulgados nesta sexta-feira são referentes aos cursos avaliados no triênio 2017 a 2019. Também foram consideradas informações dos programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Carlos Cândido da Silva Cyrne, acrescenta que a avaliação reitera o compromisso da Universidade com a pesquisa de qualidade que é difundida por todo o Brasil.
Melhores cursos do país
Além do IGC, que é o indicador de qualidade do Ministério da Educação para as instituições de Ensino Superior, o MEC também divulga o resultado por curso por meio do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O CPC apresenta dados de abrangência nacional, de forma que é possível estabelecer análises segmentadas. Os dados mais recentes são de dezembro de 2020 e também referentes aos cursos avaliados em 2019. Eles indicam que, entre as universidades avaliadas, os cursos de Educação Física (bacharelado), Farmácia e Nutrição da Univates foram considerados pelo CPC como os melhores cursos de todo o Brasil nas suas áreas.
Entre todos os cursos avaliados no Rio Grande do Sul, dos dez melhores cursos de instituições privadas, quatro são da Univates: Educação Física, Engenharia de Produção, Farmácia e Nutrição.
Foram mais de oito mil cursos avaliados no Brasil, e o bacharelado em Educação Física está entre o seleto grupo dos 10 cursos com nota mais alta no País. Já o curso de Farmácia figura entre os 10 cursos que alcançaram a nota mais alta no Estado.
Os cursos de Engenharia de Produção e Nutrição também figuram entre os 10 cursos com notas mais altas entre as instituições privadas do Rio Grande do Sul.
Todos os cursos da Univates avaliados em 2019 tiveram Conceito CPC 4 ou 5, que em uma escala de 1 a 5, indica conceito de excelência.
Cursos avaliados (todos presenciais) e conceitos:
- Educação Física (bacharelado) – 5
- Farmácia – 5
- Nutrição – 5
- Engenharia de Produção – 5
- Engenharia de Controle e Automação – 5
- Enfermagem – 4
- Estética e Cosmética – 4
- Biomedicina – 4
- Fisioterapia – 4
- Engenharia Mecânica – 4
- Medicina – 4
- Odontologia – 4
- Engenharia Química – 4
- Engenharia Civil – 4
- Engenharia Ambiental – 4
- Engenharia de Alimentos – 4
- Engenharia Elétrica – 4
- Arquitetura e Urbanismo – 4
- Engenharia da Computação – 4
Saiba mais
O Índice Geral de Cursos (IGC) é o indicador de qualidade do MEC que avalia a qualidade das Instituições Como indicador de qualidade, o IGC integra o conjunto de procedimentos e instrumentos diversificados que avalia as instituições de ensino, de acordo com o que prevê a Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). No cálculo do IGC 2019, além do CPC, também foram consideradas informações dos programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado).

Conta de luz
Aneel mantém bandeira tarifária verde de energia para abril de 2025

O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o mês de abril de 2025 para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
A conta de luz está sem essas taxas desde dezembro. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.
“Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis.
Bandeiras Tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.
O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.
#VacinaBrasil
Médicos alertam para riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos

O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou em 2024 um crescimento de 189% nas hospitalizações de idosos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza, em relação a 2023. Para chamar a atenção da população para os riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), realiza nesta quarta-feira (26) o encontro Além da Gripe – Um debate sensível à gravidade dos riscos e impactos provocados pelo vírus da influenza.
O objetivo do encontro é fazer um alerta sobre a sazonalidade da gripe, principalmente por conta dos baixos índices vacinais e dos riscos que este cenário pode causar para a população idosa. Segundo as entidades organizadoras, a sazonalidade está associada ao começo do outono e à mudança do clima em vários lugares do país, época em que as baixas temperaturas podem contribuir para que o vírus acabe circulando com mais intensidade, o que aumenta a necessidade de proteção e o risco de hospitalização.
De acordo com as entidades, a partir dos 40 anos, o risco de ataque cardíaco aumenta em dez vezes e o de AVC oito vezes nos primeiros três dias após uma infecção por influenza e idosos permanecem com risco elevado para AVC até dois meses depois de se contaminar pelo vírus, o que reflete nas admissões em UTI, que cresceram 187% e em 157% mais óbitos.
Vacina no DF
A campanha de vacinação contra a gripe já começou no Distrito Federal. Os grupos prioritários podem procurar uma das mais de 100 salas de vacina disponíveis em diversas UBSs em todo o DF. Entre os públicos-alvo estão idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes pública e privada.
Para atender a demanda, o primeiro lote com cerca de 80 mil doses da vacina contra a influenza foram entregues. Atualizada anualmente, a imunização deste ano protege contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem já se vacinou em anos anteriores deve comparecer para receber a nova dose. A aplicação pode ser feita junto a outras vacinas do calendário de rotina.
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