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Saúde da pele

Qual o tratamento facial correto para a minha idade?

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Foto/Imagem: Freepik


Não é novidade que os brasileiros têm procurado se cuidar cada vez mais cedo. Produtos e procedimentos com objetivo de prevenção e rejuvenescimento estão em alta até mesmo entre o público mais jovem. “As pessoas perceberam que o melhor a fazer é começar a investir na prevenção, para que, a longo prazo, a necessidade dos tratamentos seja menor”, explica a dermatologista Mayanna Maia. Além dos cuidados específicos, existe uma outra forma de evitar, ou pelo menos adiar, maiores problemas com a pele: se alimentando corretamente.

De acordo com o nutricionista Hugo Campos, diversos alimentos têm propriedades que agregam na saúde da pele. “Os antioxidantes encontrados nas frutas vermelhas ajudam no combate dos radicais livres e estimulam a produção de novas fibras. Já alimentos como mamão, cenoura e abóbora, são ricos em betacarotenos, que protegem a pele contra os raios solares e evitam o envelhecimento”, indica. Outra regra geral é beber bastante água. “A hidratação é importantíssima na manutenção de uma pele saudável. Não só de fora para dentro, mas também de dentro para fora”, complementa.

Existem também alguns cuidados e tratamentos específicos para cada fase da vida que podem ajudar a ter uma pele sempre jovem, saudável e bonita. Segundo a cirurgiã plástica Wanessa Sigiane, o ideal é aliar de forma inteligente os métodos invasivos com os não invasivos. “Claro que cada caso é um caso e nem sempre a cirurgia plástica é necessária, mas quando os dois métodos são feitos em conjunto, os resultados são mais satisfatórios”, garante.

20 e poucos anos

Segundo Mayanna, esta é a fase da prevenção. “A não ser que o paciente tenha algum problema específico de pele, como acne, basta seguir os cuidados diários recomendados para a pele, lavar duas vezes ao dia com sabonete próprio para o rosto e abusar da proteção solar”, diz. Para quem quer investir um pouco mais, existem também as aplicações preventivas de toxina botulínica. “Pacientes com cerca de 25 anos já têm procurado o método como uma forma das linhas de expressão e rugas nem terem chance de aparecer”, explica Wanessa.

30 e poucos anos

A partir dos 30 anos, o aparecimento de pequenas rugas, flacidez e algumas manchas passa a ser mais comum. Este é o momento de apostar em cremes ricos em colágeno, que estimulam a regeneração da pele. “Também podemos lançar mão de peelings faciais, que promovem renovação celular e resultam em uma pele lisinha”, explica a dermato. “Preenchedores também podem começar a ser usados aos 30 anos. Eles podem ser usados para dar sustentação na região malar e preencher as olheiras, dando um aspecto mais jovem”, completa.

Para a flacidez, uma ótima opção é a radiofrequência com infravermelho. “Este tratamento estimula a produção do colágeno, garantindo mais firmeza e elasticidade para a face”, detalha Dra. Wanessa.

40 e poucos anos

Nesta fase, ocorre uma queda na produção natural de hormônios no organismo feminino. Logo, é hora de investir ainda mais na saúde da pele. E vale lembrar que não é somente do rosto, já que a partir dos 40 anos a pele do pescoço e do colo também merecem atenção especial. Uma técnica muito procurada a partir desta idade é a aplicação de bioestimuladores de colágeno. “Com um efeito natural e prolongado, os bioestimuladores aumentam em até 433% a produção de colágeno no organismo”, indica Dra. Mayanna.

Como uma opção um pouco mais invasiva, Dra. Wanessa indica os fios de sustentação. “Os fios ajudam muito na flacidez, proporcionando o levantamento de tecidos e a produção de colágeno. Eles são feitos de ácido polilático, material que é absorvido pelo nosso organismo, evitando problemas com corpo estranho”, diz. Os resultados duram cerca de um ano e meio.

50 e poucos anos

A partir dos 50 anos, nem é preciso dizer que os cuidados com a pele deve ser redobrados. Não só pela estética, mas também pela saúde, já que o órgão fica mais fino e sensível. “É necessário o uso de hidratantes mais potentes e filtros solares com fator acima de 50. Além de usar produtos específicos para esta idade e que sejam ricos em colágeno”, recomenda a dermatologista.

Na área da cirurgia plástica, Wanessa indica o lifting facial, procedimento que proporciona um rejuvenescimento completo da face. “Lançamos mão de enxertos de gordura, e reposicionamento de tecidos para dar um ar mais jovial ao rosto do paciente. Isso tudo com muita naturalidade e respeitando a harmonia facial de cada um, claro”, explica.

Trilhando o futuro

Brasília é eleita pela 2ª vez a cidade mais sustentável do Centro-Oeste

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Ao Vivo de Brasília
Brasília cidade sustentável
Foto/Imagem: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Capital de todos os brasileiros, Brasília novamente lidera, no Centro-Oeste, o caminho da sustentabilidade, sendo novamente premiada como a cidade detentora dos melhores índices nesta temática. A honraria é conferida às cidades que equilibram o crescimento econômico com as necessidades dos seus cidadãos.

Para chegar ao status dado agora novamente a Brasília, a cidade precisa adotar, como princípio básico, o uso eficiente de recursos naturais (como gestão adequada da água e resíduos), além de um fortalecimento da governança, do consumo responsável, da justiça social e da transformação digital. Tudo isso visando a garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Wisney Rafael Alves Oliveira, a pontuação de Brasília teve um aumento de 3,45% em relação a 2024, subindo 19 posições no ranqueamento geral. “Nossos índices mais fortes foram relacionados à gestão e ao bem-estar”, pontua.

Ele também lembrou as boas práticas em outras esferas da administração, como a segurança e a área social. “Por isso, é uma honra receber este prêmio”, afirma. “A Bright Cities reconhece que essas boas práticas são resultados de cidades inteligentes”.

Outros destaques

Além de Brasília, outras cidades da região também receberam o reconhecimento, como Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO) e Anápolis (GO). Já a classificação nacional é marcada pela predominância de municípios paulistas nas primeiras posições. Barueri lidera a classificação geral, ao lado de São Caetano do Sul, Jundiaí, São Paulo e Santos, que surgem na sequência. A capital paulista está no 14º lugar entre os aglomerados urbanos mais sustentáveis do país.

Divulgado há uma semana, o Ranking de Cidades Sustentáveis 2025 da Bright Cities é baseado nos indicadores da norma ISO 37120 – que define e estabelece metodologias para orientar e medir o desempenho dos serviços da cidade, como oferta de esgoto e água potável e a qualidade de vida.

O ranking leva em consideração um total de 43 indicadores, cobrindo os mais diversos temas, como desenvolvimento econômico, meio ambiente e governança, tornando-se uma importante referência para governos e instituições em todo o país.

Critérios avaliados

A análise na qual Brasília se destacou é baseada em cinco pilares: prosperidade, infraestrutura e serviços básicos, gestão, bem-estar e segurança. O objetivo é divulgar quais municípios possuem melhores práticas e despertar a atenção dos que recebem menor classificação, mostrando que é possível atingir melhores níveis de avaliação.

A Bright Cities é uma plataforma global de diagnóstico para municípios, cuja análise é inspirada nas normas ISO de cidades – assim como os ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos até 2030. Os ODSs englobam inúmeras frentes, como a erradicação da pobreza e a melhoria da saúde e bem-estar da população – além da adoção de objetivos como fome zero, igualdade de gênero e água potável e saneamento para todos.

Confira a lista completa das cidades agraciadas.

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Segurança alimentar

Prato Cheio: benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias

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Cartão Prato Cheio
Foto/Imagem: Renato Raphael/Sedes

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses.

“Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha.

O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou.

“Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou.

Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos.

“Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado.

Prato Cheio

Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses.

Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias.

O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões.

As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.

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