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Interdições nos dois sentidos

O que muda no trânsito no Eixão Sul perto da Galeria dos Estados

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Foto/Imagem: Toninho Tavares/Agência Brasília
Amanda Martimon

As interdições no Eixão Sul — previstas ao menos até 19 de fevereiro — vão ocorrer, nos dois sentidos, desde a altura dos Setores Comercial e Bancário até próximo ao Buraco do Tatu. A interrupção no tráfego é necessária após parte de viaduto na Galeria dos Estados desabar com a queda de duas faixas do Eixão Sul.

Um dos principais pontos a que os motoristas devem ficar atentos é o acesso ao Buraco do Tatu. Por ora, ele permanecerá fechado para quem está no Eixão sentido norte-sul. No entanto, ficará livre na mão inversa, ou seja, para quem sair do Eixinho W Sul e acessá-lo em direção ao Eixão Norte.

Para minimizar transtornos à população e manter o fluxo dos ônibus na Rodoviária do Plano Piloto, os trechos que interligam os Eixinhos ao Eixo Monumental ficarão disponíveis.

No auxílio do controle do tráfego, uma viatura do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) ficará 24 horas no início do Eixo W Sul, após o Conic (Setor de Diversões Sul).

Com as alterações, quem percorrer o Eixão Sul — no sentido Rodoviária do Plano Piloto — só poderá trafegar até perto do Setor Bancário Sul. Nesse ponto, haverá desvio para a Via S3.

Entre o Setor Médico-Hospitalar Sul e o Setor Comercial Sul, pela S3, já será possível acessar o Eixão Sul, no sentido Aeroporto de Brasília.

Como fica o tráfego no sentido norte-sul – Como o Buraco do Tatu está parcialmente fechado, quem sair do Eixão Norte em direção à parte sul terá de acessar o Eixo Monumental e retornar após a Rodoviária do Plano Piloto para entrar no Eixo W Sul (veja rota verde na arte).

Uma alternativa para os condutores é pegar o Eixo W Norte e desviar pelo Setor Comercial Norte, pela via elevada que cruza o Eixo Monumental e passa atrás do Conjunto Nacional e depois do Conic (rota azul na arte).

O semáforo no acesso dessa via para o Eixo W Sul estará intermitente com o intuito de dar mais fluidez ao trânsito.

Para diminuir o efeito das alterações no trânsito, o Detran recomenda aos motoristas que evitem passar pela região diretamente afetada e, em vez disso, usem a L4, por exemplo.

Linhas expressas do BRT e metrô – Duas rotas de linhas expressas do BRT — a 2201, do Gama, e a 2301, de Santa Maria —, que trafegam pelo Eixão Sul nos horários de pico, serão desviadas. Segundo o Transporte Urbano do DF (DFTrans), elas vão circular pelo Eixinho L (no sentido Rodoviária) e pelo Eixinho W (no sentido Gama ou Santa Maria).

De acordo com a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), a Estação Galeria e o túnel da Asa Sul “estão íntegros e não foram afetados pelo desabamento de trecho do viaduto sobre a Galeria dos Estados”. A área atingida fica a mais de 100 metros do túnel.

Nesta terça-feira (6), o horário de pico do metrô, quando há menor intervalo entre os trens, foi estendido até as 20h30 para facilitar a volta para casa. Em situações normais, o horário de pico vai das 6 horas às 8h45 e das 16h45 às 19h30.

A companhia também reforçou o número de empregados nas bilheterias das Estações Central e Galeria. Caso haja demanda, o horário de pico também será ampliado nos próximos dias, tanto pela manhã quanto à tarde.

Trilhando o futuro

Brasília é eleita pela 2ª vez a cidade mais sustentável do Centro-Oeste

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Brasília cidade sustentável
Foto/Imagem: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Capital de todos os brasileiros, Brasília novamente lidera, no Centro-Oeste, o caminho da sustentabilidade, sendo novamente premiada como a cidade detentora dos melhores índices nesta temática. A honraria é conferida às cidades que equilibram o crescimento econômico com as necessidades dos seus cidadãos.

Para chegar ao status dado agora novamente a Brasília, a cidade precisa adotar, como princípio básico, o uso eficiente de recursos naturais (como gestão adequada da água e resíduos), além de um fortalecimento da governança, do consumo responsável, da justiça social e da transformação digital. Tudo isso visando a garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Wisney Rafael Alves Oliveira, a pontuação de Brasília teve um aumento de 3,45% em relação a 2024, subindo 19 posições no ranqueamento geral. “Nossos índices mais fortes foram relacionados à gestão e ao bem-estar”, pontua.

Ele também lembrou as boas práticas em outras esferas da administração, como a segurança e a área social. “Por isso, é uma honra receber este prêmio”, afirma. “A Bright Cities reconhece que essas boas práticas são resultados de cidades inteligentes”.

Outros destaques

Além de Brasília, outras cidades da região também receberam o reconhecimento, como Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO) e Anápolis (GO). Já a classificação nacional é marcada pela predominância de municípios paulistas nas primeiras posições. Barueri lidera a classificação geral, ao lado de São Caetano do Sul, Jundiaí, São Paulo e Santos, que surgem na sequência. A capital paulista está no 14º lugar entre os aglomerados urbanos mais sustentáveis do país.

Divulgado há uma semana, o Ranking de Cidades Sustentáveis 2025 da Bright Cities é baseado nos indicadores da norma ISO 37120 – que define e estabelece metodologias para orientar e medir o desempenho dos serviços da cidade, como oferta de esgoto e água potável e a qualidade de vida.

O ranking leva em consideração um total de 43 indicadores, cobrindo os mais diversos temas, como desenvolvimento econômico, meio ambiente e governança, tornando-se uma importante referência para governos e instituições em todo o país.

Critérios avaliados

A análise na qual Brasília se destacou é baseada em cinco pilares: prosperidade, infraestrutura e serviços básicos, gestão, bem-estar e segurança. O objetivo é divulgar quais municípios possuem melhores práticas e despertar a atenção dos que recebem menor classificação, mostrando que é possível atingir melhores níveis de avaliação.

A Bright Cities é uma plataforma global de diagnóstico para municípios, cuja análise é inspirada nas normas ISO de cidades – assim como os ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos até 2030. Os ODSs englobam inúmeras frentes, como a erradicação da pobreza e a melhoria da saúde e bem-estar da população – além da adoção de objetivos como fome zero, igualdade de gênero e água potável e saneamento para todos.

Confira a lista completa das cidades agraciadas.

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Segurança alimentar

Prato Cheio: benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias

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Cartão Prato Cheio
Foto/Imagem: Renato Raphael/Sedes

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses.

“Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha.

O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou.

“Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou.

Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos.

“Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado.

Prato Cheio

Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses.

Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias.

O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões.

As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.

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