Fiscalização começa sábado (1º)
Mais de 730 mil motoristas ainda não têm licenciamento do veículo para 2016

A dois dias do início da cobrança do certificado de registro e licenciamento de veículos (CRLV) do exercício 2016, 733.037 motoristas do DF ainda não têm o documento em mãos. O balanço do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) é de quarta-feira (28) e aponta que 44,2% da frota da cidade está irregular. Quem for flagrado a partir de sábado (1º de outubro) sem a documentação estará sujeito a multa e apreensão do veículo.
A fim de diminuir acidentes de trânsito, o Detran-DF seguirá com a média de sete operações de fiscalização por dia. Nessas blitze são cobrados os documentos. “Aquele que não tiver o licenciamento terá o carro apreendido. Chegamos ao limite do prazo para iniciar a cobrança e não podemos mais adiar”, alerta o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Silvain Fonseca. Ele destaca que comprovantes de pagamento não são aceitos.
Os condutores também devem quitar todos os débitos vinculados à emissão do CRLV. Além do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), é preciso pagar o seguro obrigatório (DPVat), o licenciamento e multas vencidas.
Para quem regularizou tudo, o Detran despachou o certificado pelos Correios. Os que ainda não receberam o documento devem se informar na Central de Atendimento (telefone 154) ou acessar o portal da autarquia para verificar se há alguma pendência. Nesse caso, quando todas elas forem resolvidas, é preciso retirar o documento em um dos postos do Detran no Na Hora.
A multa para motoristas flagrados sem o licenciamento em dia é de R$ 191,54, sete pontos na carteira e apreensão e remoção do veículo para o depósito do departamento. A partir de 4 de novembro, esse valor sobe para R$ 293,47. Além disso, há taxas para guincho, vistoria, diária e serviço de liberação do carro.
Para quem tiver regularizado a situação, mas for abordado e não apresentar o CRLV de 2016, há aplicação de multa de R$ 53,20, três pontos na carteira e retenção do veículo.

Terça-feira, 22 de abril
Semana pós-feriado começa com 1.169 vagas de emprego no Distrito Federal

As agências do trabalhador do DF oferecem, nesta terça-feira (22), 1.169 vagas para quem procura um emprego. Há posições para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência.
A vaga com o maior salário do dia, R$ 4mil + benefícios, é para Técnico em Segurança do Trabalho, para trabalhar no Zona Industrial do Guará. Os candidatos precisam ter ensino médio completo e experiência comprovada.
O cargo com mais oportunidades abertas é o de servente de obras, em São Sebastião. São 121 vagas, com salário de R$ 1.518. Os candidatos precisam ter ensino fundamental completo, mas não é cobrada experiência.
Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
Serasa Consumidor
Educação financeira: DF é a segunda Unidade Federativa mais inadimplente do Brasil

Mais da metade da população adulta do Distrito Federal está inadimplente. De acordo com levantamento do Serasa Consumidor, 58,38% dos adultos no DF, o equivalente a 1.335.919 pessoas, possuem alguma dívida em atraso, o que coloca a Unidade Federativa (UF) atrás apenas do Amapá em proporção de inadimplência. A maior parte das dívidas está concentrada em bancos e cartões de crédito, e a faixa etária mais afetada vai dos 41 aos 60 anos.
Para o educador financeiro Eustaquelino Casseb, idealizador do curso Finanças Além do Plano, os dados acendem um alerta importante: “O que vemos no DF é o reflexo de uma ausência histórica de educação financeira prática. Não basta saber quanto se ganha e quanto se gasta, é preciso entender como fazer escolhas conscientes e sustentar hábitos saudáveis ao longo do tempo”.
Segundo ele, a inadimplência nessa faixa etária mais avançada é ainda mais preocupante. “Pessoas entre 41 e 60 anos estão no auge da vida produtiva e, muitas vezes, sustentando famílias ou se preparando para a aposentadoria. Quando essa base está endividada, o impacto é em toda a estrutura familiar e social”, afirma.
Casseb conta que já viveu na pele o descontrole financeiro. Mesmo com aumentos salariais ao longo da carreira, sua vida financeira seguia estagnada. Ele percebeu que, ao elevar os gastos na mesma proporção da renda, acabava reforçando um ciclo de instabilidade. A virada aconteceu quando entendeu que precisava mudar sua mentalidade e se organizar para não gastar tudo o que recebia.
“Nem todo mundo tem margem de sobra no orçamento, eu sei. Mas é essencial tentar não gastar tudo o que se ganha. Guardar um pouco, mesmo que seja pouco, já é um passo importante. O controle financeiro começa com pequenas decisões e com a consciência de que cada escolha conta para o futuro”, destaca o especialista.
Ele ainda reforça que a solução passa por ações de médio e longo prazo. “Educação financeira não é milagre, mas é um passo decisivo para sair do ciclo da dívida. Ensinar desde cedo sobre planejamento, crédito consciente e reserva de emergência é o que muda o jogo, e nunca é tarde para começar”, conclui.
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