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OpenAI

Investir em inovação: passo a passo para comprar ações do ChatGPT

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ChatGPT
Foto/Imagem: Freepik


A OpenAI é um exemplo de empresa de tecnologia em ascensão no mercado, conhecida por sua ferramenta de inteligência artificial chamada ChatGPT. Com um valor estimado em US$ 29 bilhões, de acordo com o The Wall Street Journal, e clientes como a Microsoft, ela apresenta-se como uma oportunidade promissora para investidores interessados em tecnologia.

Investir na OpenAI e suas ferramentas, no entanto, requer compreensão dos riscos e oportunidades envolvidos. A empresa oferece ações disponíveis apenas no mercado privado, o que significa que os investidores precisam adquiri-las diretamente de funcionários ou investidores iniciais.

É importante ressaltar que as classes de ações e as restrições associadas a elas podem variar consideravelmente. Quem deseja aplicar seus recursos nessas opções deve verificar se são elegíveis para adquirir as ações desejadas e se elas possuem a estrutura legal esperada.

De acordo com o The Wall Street Journal, a OpenAI está buscando capital adicional por meio da venda de ações existentes, incluindo aquelas pertencentes aos funcionários. É essa medida que contribui para os US$ 29 bilhões atribuídos como valor estimado da empresa.

Relatórios do veículo também indicam que várias companhias de capital de risco, como Thrive Capital e Founders Fund, estão interessadas em adquirir essas ações, o que poderia resultar em um influxo de capital de até US$ 30 bilhões, de acordo com o Financial Times. Essa movimentação pode trazer benefícios significativos para a empresa, impulsionando seu crescimento e possibilitando novas oportunidades de investimento.

Oportunidades de investimento indireto no Chatbot

O ChatGPT, lançado em novembro de 2022, conquistou milhões de usuários em poucos dias, resultando em congestionamento do site. Em resposta a essa demanda, a OpenAI anunciou uma assinatura premium, no valor de US$ 20 por mês, que proporciona acesso prioritário à ferramenta.

Esses desenvolvimentos no setor de inteligência artificial estão abrindo novas perspectivas de investimento. Assim, embora aplicar diretamente na empresa criadora do chatbot ainda não seja possível, existem opções indiretas para quem busca obter exposição ao setor de inteligência artificial e inovação. Os Exchange Traded Funds (ETFs) – fundos de índice de Wall Street, avaliados em US$ 6 trilhões – são exemplos.

Um ETF, chamado Conversational AI, AI and Innovation (CHAT), foi criado recentemente para estar disponível à negociação. Esse fundo de gestão ativa visa investir em ações relacionadas à inteligência artificial, com ênfase em ferramentas de conversação e inovação.

É crucial, contudo, buscar orientação de profissionais financeiros ou corretoras para obter informações atualizadas e direcionamento específico sobre investimentos nesse setor. A orientação especializada ajuda a tomar decisões informadas e estratégicas, aumentando as chances de sucesso.

Passo a passo para investir em ações ligadas ao ChatGPT

Para começar a investir em ações relacionadas ao ChatGPT e à inteligência artificial, é importante se educar sobre esse mercado, lendo artigos, notícias e pesquisas para entender as tendências e desenvolvimentos recentes. Em seguida, agendar uma consulta com um profissional financeiro ou corretora especializada pode ser uma maneira útil de obter orientações personalizadas com base em cada perfil de investidor e objetivos financeiros.

Uma vez adquirido conhecimento e orientação, é válido identificar fundos de investimento que tenham exposição a empresas de inteligência artificial e tecnologias conversacionais, como o chatbot em questão. A reputação e o desempenho histórico desses fundos devem ser investigados. Além disso, é importante avaliar os riscos associados e diversificar a carteira recomendada de ações para mitigar perdas.

Após a seleção dos fundos ou empresas, a orientação é que o interessado abra uma conta de investimento em uma corretora confiável. Com a conta aberta, é possível enviar ordens de compra para adquirir as ações do fundo ou das empresas selecionadas. A partir daí, é preciso acompanhar regularmente o desempenho das aplicações e se manter atualizado sobre as notícias e eventos relevantes para o mercado de inteligência artificial.

Lei nº 15.116/2025

Mulher vítima de violência pode ter reconstrução dentária pelo SUS

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reconstrução dentária SUS violência contra a mulher
Foto/Imagem: Freepik

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que garante, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), tratamento odontológico para reconstrução e reparação dentária de mulheres vítimas de agressões que tenham causado danos à sua saúde bucal. O texto foi publicado no Diário Oficial da União.

Estão incluídos procedimentos de:

  • Reconstrução;
  • Próteses;
  • Tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

O atendimento odontológico previsto na Lei nº 15.116/2025 será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência. Os critérios de acesso ao programa ainda serão definidos em regulamentação pelo governo federal.

A lei também permite parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, para aprimorar os serviços oferecidos.

O programa, segundo o governo, além de proporcionar atendimento prioritário e gratuito para a recuperação da saúde bucal, tem o objetivo de “devolver o mínimo de dignidade às vítimas”. O texto foi aprovado no início de março pelo Congresso Nacional.

“Estudos indicam que em mais de 60% dos casos de agressão contra a mulher no âmbito doméstico, a face é o principal alvo. As sequelas deixadas no rosto, e sobretudo na boca, causam impactos que ultrapassam os danos físicos. Os efeitos dessas agressões encontram reflexos no campo emocional da vítima, atingindo sua autoestima e minando a confiança necessária para a reestruturação social e profissional”, explicou o governo, em comunicado.

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Economia

Pix parcelado deve ser lançado em setembro, diz Banco Central

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Pix parcelado
Foto/Imagem: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Banco Central (BC) divulgou as datas prováveis para o lançamento de três funcionalidades no sistema de transferências instantâneas, o Pix. As novas ferramentas devem estar disponíveis nas seguintes datas:

  • Pix parcelado: setembro deste ano;
  • Pix em garantia: 2026;
  • Autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução: 1º de outubro.

Pix parcelado

O Pix parcelado permitirá que o pagador contraia um crédito para permitir o parcelamento de uma transação. Semelhante à modalidade com juros do cartão de crédito parcelado, o recebedor terá acesso instantâneo a todo o valor da transação, mas o pagador poderá parcelar o valor, com acréscimo.

Segundo o BC, a ferramenta deverá estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços de valor mais elevado, favorecendo quem não tem acesso a esse tipo de operação. O Pix parcelado poderá ser usado para qualquer tipo de transação Pix, inclusive para transferências.

Pix em garantia

Com o objetivo de ajudar empreendedores, o Pix em garantia permitirá que empresas ofereçam recebíveis futuros (valores a receber) de Pix como garantia em operações de crédito. A modalidade poderá baratear os juros das linhas de crédito a pessoas jurídicas, principalmente para as que usam mais o Pix.

A garantia de uma linha de crédito permite que a instituição financeira tome bens e recursos para cobrir eventuais calotes. O BC esclareceu que o Pix em garantia é voltado apenas para estabelecimentos comerciais e empresas, sem mudanças na forma como as pessoas físicas usam o Pix. Segundo o BC, o lançamento só ocorrerá em 2026 porque a ferramenta exige uma infraestrutura mais complexa.

Autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED)

Aplicável somente para fraudes, golpes e crimes, o autoatendimento permite a contestação de transações Pix de forma simples e intuitiva diretamente por meio do aplicativo dos bancos. O processo moderniza o MED porque passa a ser feito de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com o atendimento da instituição financeira.

Existente desde 2021, o Mecanismo Especial de Devolução só pode ser usado em caso comprovado de fraudes ou de erros operacionais da instituição financeira. A ferramenta não pode ser usada para desacordos comerciais, casos entre terceiros de boa-fé e envio de Pix para a pessoa errada por erro do próprio usuário pagador (como erro de digitação de uma chave).

Com o autoatendimento do MED, o usuário poderá consultar o status e a evolução dos pedidos de devolução efetuados. Segundo o BC, a modernização acelerará os pedidos de devolução, aumentando a chance de os recursos transferidos por fraude serem bloqueados na conta do fraudador e devolvidos para a vítima.

Diferenciação de comprovantes

Desde terça-feira (1º), o comprovante de agendamento de um Pix deve conter o termo “Agendamento Pix” e ícone do tipo calendar clock (relógio e calendário). Os comprovantes de pagamentos concluídos devem conter o ícone do tipo check (sinal de concluído). A medida passou a ser obrigatória para todos os bancos.

Segundo o BC, a diferenciação ajudará a combater o golpe do falso comprovante e facilitará para o recebedor a identificação de que uma transação foi de fato concluída. Nos últimos tempos, tornou-se comum um golpe em que o pagador mostra o comprovante de Pix agendado ao vendedor. Por ter de olhar rápido e sem elementos visuais para identificar facilmente se a transação não foi concluída, o vendedor fica sem receber os recursos quando o pagador cancela o agendamento.

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