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Sonho do serviço público

IMP lista 8 dicas de como organizar e planejar os estudos para concursos

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Foto/Imagem: Freepik


Organizar uma rotina de estudos para ter sucesso em qualquer concurso não é tarefa fácil. Não é novidade, para nenhum candidato, que elaborar uma boa rotina de estudos é o único caminho viável para quem está de olho em uma vaga no serviço público.

Pensando nisso, o professor e coordenador pedagógico do IMP Concursos, Marlon Andrade, elaborou uma lista com dicas infalíveis para quem deseja a tão esperada nomeação.

Qual deve ser a rotina diária de quem está se preparando para um concurso?

Uma rotina intensa de dedicação e empenho. Não existe a rotina perfeita de dedicação aos estudos. Terá dias de lutas, dias difíceis de se concentrar, dias que o aluno vai querer fazer qualquer coisa, menos estudar e, tudo bem, por isso, somos humanos dotados de limitações e falhas. Mas uma coisa precisa ficar claro, quando você tem um foco, um objetivo bem definido e uma estratégia nada te paralisa.

Como organizar um bom planejamento de estudo para concursos?

Um bom planejamento é aquele dotado de estratégia e método. O melhor deles e o mais utilizado entre alunos e aprovados é o método do ciclo de estudos. Nele o aluno terá um tempo específico no dia para estudar, resumir, revisar e fazer questões dentro de cada assunto do edital. A maior dificuldade dos alunos é operacionalizar tudo isso por meio de uma planilha de Excel.

Como definir metas de curto, média e longo prazo?

Isso é muito pessoal, depende muito. Eu gosto de trabalhar uma média de 6 meses a um 1 ano para metas de curto prazo, uma média de 4 a 5 anos para metas de médio prazo é de 10 a 15 anos para metas de longo prazo. Uma dica que dou é: coloque todas elas em um papel e todos os dias busque alcançar as metas de curto prazo. Estabeleça tarefas diárias. Por exemplo: se quer emagrecer, coloque a tarefa de fazer atividade física diariamente e se alimentar corretamente. Se a meta é passar em concurso, coloque a tarefa de estudar diariamente por X horas.

Estudar para passar em concurso deverá estar entre suas metas de curto e médio prazo! Se passar disso, você precisa de ajuda.

Quantas horas de estudo são necessárias diariamente em um bom planejamento de estudos para concursos?

O quanto conseguir. Vai até a fadiga e descanse. No outro dia volta e fadiga novamente. Cansou? Assista um filme, faça sua atividade física e retorne novamente. Quanto mais tempo estudando, menor o tempo como concursando!

Como montar um bom cronograma de estudo quando ainda não saiu o edital?

Depende da carreira. Estude o eixo comum dela. Isso significa focar nas disciplinas que são recorrentes em todos os certames. Os últimos editais podem ajudar nisso!

Como montar um bom cronograma de estudo quando o edital é publicado?

Primeiro passo é já ter estudado uma boa parte dele antes mesmo de ter sido publicado. Segundo passo é identificar dentro do edital quais são as disciplinas e assuntos de maior complexidade e que nunca tenha estudado antes, dedicando assim maior parte do tempo. Terceiro passo é incluir muitas revisões e exercícios da banca organizadora do concurso para aqueles assuntos já estudado. E o quarto e último passo é não perder mais tempo.

Como dividir o conteúdo? Como definir por qual conteúdo começar a estudar?

Duas horas no máximo para cada disciplina, inclua revisões e exercícios periodicamente na sua rotina de estudos e não deixe de realizar anotações durante os estudos. Elas servirão de base para as revisões e consultas.

Não tente esgotar um conteúdo até o final. Use a técnica do ciclo de estudos e evite a fadiga nos estudos. Comece pelo primeiro item do edital ou pela primeira aula do curso. Sugiro pela primeira aula do curso, pois esta foi organizada com a melhor didática possível para o máximo entendimento da disciplina pelos alunos.

Um bom planejamento para concursos precisa contemplar o bem-estar físico, psicológico e tempo de lazer. Como equilibrar?

Estudar é importante e deve ser a meta principal do aluno, todavia, a saúde física e emocional fazem parte do todo e não pode ser deixada de lado. Tire de 30 a 40 min para a prática de atividade física diariamente isso pode melhorar em 50% o seu nível de aprendizado. E pelo menos uma vez na semana para ficar com os familiares e amigos e deixar os livros de lado. Eu fiz isso e não deixei de ser aprovado em vários concursos pelos meus pequenos momentos de lazer durante a semana.

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Trilhando o futuro

Brasília é eleita pela 2ª vez a cidade mais sustentável do Centro-Oeste

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Ao Vivo de Brasília
Brasília cidade sustentável
Foto/Imagem: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Capital de todos os brasileiros, Brasília novamente lidera, no Centro-Oeste, o caminho da sustentabilidade, sendo novamente premiada como a cidade detentora dos melhores índices nesta temática. A honraria é conferida às cidades que equilibram o crescimento econômico com as necessidades dos seus cidadãos.

Para chegar ao status dado agora novamente a Brasília, a cidade precisa adotar, como princípio básico, o uso eficiente de recursos naturais (como gestão adequada da água e resíduos), além de um fortalecimento da governança, do consumo responsável, da justiça social e da transformação digital. Tudo isso visando a garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Wisney Rafael Alves Oliveira, a pontuação de Brasília teve um aumento de 3,45% em relação a 2024, subindo 19 posições no ranqueamento geral. “Nossos índices mais fortes foram relacionados à gestão e ao bem-estar”, pontua.

Ele também lembrou as boas práticas em outras esferas da administração, como a segurança e a área social. “Por isso, é uma honra receber este prêmio”, afirma. “A Bright Cities reconhece que essas boas práticas são resultados de cidades inteligentes”.

Outros destaques

Além de Brasília, outras cidades da região também receberam o reconhecimento, como Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO) e Anápolis (GO). Já a classificação nacional é marcada pela predominância de municípios paulistas nas primeiras posições. Barueri lidera a classificação geral, ao lado de São Caetano do Sul, Jundiaí, São Paulo e Santos, que surgem na sequência. A capital paulista está no 14º lugar entre os aglomerados urbanos mais sustentáveis do país.

Divulgado há uma semana, o Ranking de Cidades Sustentáveis 2025 da Bright Cities é baseado nos indicadores da norma ISO 37120 – que define e estabelece metodologias para orientar e medir o desempenho dos serviços da cidade, como oferta de esgoto e água potável e a qualidade de vida.

O ranking leva em consideração um total de 43 indicadores, cobrindo os mais diversos temas, como desenvolvimento econômico, meio ambiente e governança, tornando-se uma importante referência para governos e instituições em todo o país.

Critérios avaliados

A análise na qual Brasília se destacou é baseada em cinco pilares: prosperidade, infraestrutura e serviços básicos, gestão, bem-estar e segurança. O objetivo é divulgar quais municípios possuem melhores práticas e despertar a atenção dos que recebem menor classificação, mostrando que é possível atingir melhores níveis de avaliação.

A Bright Cities é uma plataforma global de diagnóstico para municípios, cuja análise é inspirada nas normas ISO de cidades – assim como os ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos até 2030. Os ODSs englobam inúmeras frentes, como a erradicação da pobreza e a melhoria da saúde e bem-estar da população – além da adoção de objetivos como fome zero, igualdade de gênero e água potável e saneamento para todos.

Confira a lista completa das cidades agraciadas.

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Segurança alimentar

Prato Cheio: benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias

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Ao Vivo de Brasília
Cartão Prato Cheio
Foto/Imagem: Renato Raphael/Sedes

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses.

“Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha.

O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou.

“Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou.

Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos.

“Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado.

Prato Cheio

Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses.

Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias.

O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões.

As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.

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