IMP Concursos
Especialistas dão dicas de inglês e espanhol para os concursandos da PRF

As provas do concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF) serão aplicadas no dia 28 de março. Após a saída do edital, uma das novidades que movimentou o universo dos concursandos foi a inclusão da disciplina de Língua Estrangeira, onde o candidato pode optar por Inglês ou Espanhol. De acordo com a Diretora de Gestão de Pessoas da PRF, Sílvia Borges, a língua estrangeira foi considerada indispensável na avaliação do candidato. “A própria história, a visão de futuro da PRF, a capilaridade e a atuação exige que o policial tenha essa competência de se comunicar em outras línguas”, explica.
Faltando um pouco mais de 50 dias para a prova, o IMP Concursos vai oferecer algumas dicas de Língua Estrangeira para quem está se preparando.
Inglês para a PRF
De fato, a disciplina de inglês pode ser um diferencial na aprovação, principalmente em quem está de olho em concursos da carreira policial, pois tem sido uma tendência nos editais desses certames. Portanto, o candidato precisa entender que se dedicar a matéria pode melhorar a sua classificação. E isso não significa que ele tenha que ter uma proficiência da língua, e sim é necessário que consiga atingir um nível de compreensão suficiente para resolver as questões da prova.
A especialista e professora Tay Cabral, mestre em sociologia na UNB e proficiente pelo Toefl e Ielts, mostra os pontos mais importantes da disciplina de inglês para PRF. Para a professora o candidato que sabe ler e compreender em inglês está um nível acima daquele que apenas tem os conhecimentos das demais matérias comuns em concursos públicos.
“A cobrança de língua estrangeira já está sendo uma tendência dos concursos recentes, como no de escrivão da Polícia Civil, aparecendo pela primeira vez no último edital”, completa.
Outra dica é preparar o cronograma de maneira a fazer pelo menos todas as provas de inglês da banca. Veja o tempo que demora pra fazer cada questão com qualidade e organize o cronograma de acordo.
O candidato deve focar em compreensão de texto e gramática. “Recomendo que leia textos de jornais e revistas em inglês, como New York Times, BBC e The Economist, além de outros textos que tenham relação com a temática policial, pois assim aprenderá palavras novas que poderão auxiliar no dia da prova”, explica.
O Cebraspe gosta muito de fazer provas temáticas, ou seja, que tenham relação com as vagas oferecidas. No caso da PRF, o candidato pode se inteirar sobre nomenclaturas que são relacionadas à rodovia e segurança pública.
Espanhol para a PRF
De uma forma geral, e pelo pouco tempo que os candidatos têm até a prova, a dica é não tentar se aprofundar no universo da gramática da língua espanhola, e sim conhecê-la. O foco deve ser a compreensão dos textos da prova, por isso a dica é investir um bom tempo em leitura e tradução.
Para Janaina Souto, especialista e docente nas áreas de espanhol, português, graduada em letras e pós-graduada em revisão de texto, mesmo que o candidato não saiba nada de espanhol ainda dá tempo de se preparar.
“O espanhol e o português são línguas irmãs, ambas de origem latina. É claro que nesse período é impossível saber de tudo sobre uma língua estrangeira, mas como nosso estudo será direcionado, acredito em uma preparação adequada e suficiente”, afirma a professora.
De acordo com Janaina, a dica é todos os dias abrir, no mínimo, 3 conteúdos com escrita em espanhol. “Sugiro jornais como El País, em suas 3 vertentes – Espanha, México, Catalão; e a leitura do El Diário. Além disso, é importante buscar fazer a leitura de 1 texto de provas por dia para se familiarizar com a língua”.

Trilhando o futuro
Brasília é eleita pela 2ª vez a cidade mais sustentável do Centro-Oeste

Capital de todos os brasileiros, Brasília novamente lidera, no Centro-Oeste, o caminho da sustentabilidade, sendo novamente premiada como a cidade detentora dos melhores índices nesta temática. A honraria é conferida às cidades que equilibram o crescimento econômico com as necessidades dos seus cidadãos.
Para chegar ao status dado agora novamente a Brasília, a cidade precisa adotar, como princípio básico, o uso eficiente de recursos naturais (como gestão adequada da água e resíduos), além de um fortalecimento da governança, do consumo responsável, da justiça social e da transformação digital. Tudo isso visando a garantir um futuro melhor para as próximas gerações.
Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Wisney Rafael Alves Oliveira, a pontuação de Brasília teve um aumento de 3,45% em relação a 2024, subindo 19 posições no ranqueamento geral. “Nossos índices mais fortes foram relacionados à gestão e ao bem-estar”, pontua.
Ele também lembrou as boas práticas em outras esferas da administração, como a segurança e a área social. “Por isso, é uma honra receber este prêmio”, afirma. “A Bright Cities reconhece que essas boas práticas são resultados de cidades inteligentes”.
Outros destaques
Além de Brasília, outras cidades da região também receberam o reconhecimento, como Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO) e Anápolis (GO). Já a classificação nacional é marcada pela predominância de municípios paulistas nas primeiras posições. Barueri lidera a classificação geral, ao lado de São Caetano do Sul, Jundiaí, São Paulo e Santos, que surgem na sequência. A capital paulista está no 14º lugar entre os aglomerados urbanos mais sustentáveis do país.
Divulgado há uma semana, o Ranking de Cidades Sustentáveis 2025 da Bright Cities é baseado nos indicadores da norma ISO 37120 – que define e estabelece metodologias para orientar e medir o desempenho dos serviços da cidade, como oferta de esgoto e água potável e a qualidade de vida.
O ranking leva em consideração um total de 43 indicadores, cobrindo os mais diversos temas, como desenvolvimento econômico, meio ambiente e governança, tornando-se uma importante referência para governos e instituições em todo o país.
Critérios avaliados
A análise na qual Brasília se destacou é baseada em cinco pilares: prosperidade, infraestrutura e serviços básicos, gestão, bem-estar e segurança. O objetivo é divulgar quais municípios possuem melhores práticas e despertar a atenção dos que recebem menor classificação, mostrando que é possível atingir melhores níveis de avaliação.
A Bright Cities é uma plataforma global de diagnóstico para municípios, cuja análise é inspirada nas normas ISO de cidades – assim como os ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos até 2030. Os ODSs englobam inúmeras frentes, como a erradicação da pobreza e a melhoria da saúde e bem-estar da população – além da adoção de objetivos como fome zero, igualdade de gênero e água potável e saneamento para todos.
Confira a lista completa das cidades agraciadas.
Segurança alimentar
Prato Cheio: benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses.
“Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha.
O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou.
“Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.
Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou.
Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos.
“Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado.
Prato Cheio
Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses.
Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias.
O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões.
As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.
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