Em expansão
Como o mercado de skincare contribui para o setor de beleza e higiene pessoal

O setor de beleza e higiene pessoal no Brasil continua em expansão, com uma previsão de crescimento médio de 7,2% ao ano até 2027, segundo dados da Redirection International. Esse ritmo deve elevar o mercado a um faturamento de cerca de US$ 40 bilhões até o fim do período.
Em 2022, o país movimentou aproximadamente US$ 26,9 bilhões nesse segmento, consolidando-se na quarta posição do ranking global, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Higiene Pessoal (Abihpec).
Entre as áreas que impulsionam esse crescimento, a de skincare vem ganhando destaque, atraindo cada vez mais consumidores e reforçando a importância do autocuidado e da saúde cutânea.
Afinal, a pandemia de Covid-19 intensificou o interesse pelo assunto, quando a necessidade de autoatenção e o tempo em casa aumentaram. Nas redes sociais, em especial no TikTok, surgiram diversas tendências que influenciam as escolhas de produtos para esses momentos.
Tendências de skincare
Entre as variações de rotina em alta nas redes sociais, destaca-se o Skinminimalism, uma proposta simplificada e eficiente com menos cosméticos e etapas. Assim, reduz o acúmulo de itens desnecessários, diminuindo os danos ao meio ambiente e os gastos, ao mesmo tempo em que proporciona os cuidados essenciais para uma pele saudável.
Ainda, a Vegan beauty é outra moda, impulsionada por consumidores mais atentos à composição dos produtos e ao impacto ambiental de suas escolhas. Então, busca aqueles livres de ingredientes de origem animal, assim como embalagens sustentáveis.
Portanto, muitas marcas têm investido em certificações para reafirmar o compromisso com práticas éticas, o que impulsiona a confiança dos clientes e aumenta o apelo por itens veganos dentro do segmento de skincare. Assim, também amplia o leque de clientes, aumentando a venda.
Ademais, a preferência por produtos multifuncionais, que economizam tempo e dinheiro, também está em alta, pois combinam diferentes benefícios em uma única fórmula.
Um exemplo famoso é o protetor solar com cor. Além de oferecer proteção contra os raios UVA e UVB, ele atua como uma leve base que uniformiza o tom da pele, disfarçando pequenas imperfeições e manchas.
Esse tipo é ideal para quem tem um estilo de vida mais dinâmico e deseja manter uma rotina de skincare rápida. A tendência também dialoga com o conceito de Skinminimalism, ao permitir um cuidado mais prático, sem abdicar do cuidado.
Além dele, o cleansing oil também é muito valorizado, especialmente por sua capacidade de limpar profundamente e hidratar ao mesmo tempo. A água micelar também está em alta, uma vez que remove a maquiagem, limpa e tonifica a pele.
Desse modo, formam uma base prática e acessível que vem se popularizando, especialmente com a influência digital e o aumento da variedade de produtos no mercado.
Nesse sentido, de acordo com uma pesquisa da Kantar em 2023, as brasileiras gastam, em média, R$ 237 por ano em itens de beleza e skincare, reforçando o papel desses cosméticos na economia e no consumo feminino.
Com um mercado que representa 4% do PIB nacional, conforme pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o setor promete ser um dos principais alavancadores do segmento de beleza e higiene pessoal no país, que segue entre os maiores do mundo.

Conta de luz
Aneel mantém bandeira tarifária verde de energia para abril de 2025

O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o mês de abril de 2025 para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
A conta de luz está sem essas taxas desde dezembro. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.
“Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis.
Bandeiras Tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.
O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.
#VacinaBrasil
Médicos alertam para riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos

O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou em 2024 um crescimento de 189% nas hospitalizações de idosos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza, em relação a 2023. Para chamar a atenção da população para os riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), realiza nesta quarta-feira (26) o encontro Além da Gripe – Um debate sensível à gravidade dos riscos e impactos provocados pelo vírus da influenza.
O objetivo do encontro é fazer um alerta sobre a sazonalidade da gripe, principalmente por conta dos baixos índices vacinais e dos riscos que este cenário pode causar para a população idosa. Segundo as entidades organizadoras, a sazonalidade está associada ao começo do outono e à mudança do clima em vários lugares do país, época em que as baixas temperaturas podem contribuir para que o vírus acabe circulando com mais intensidade, o que aumenta a necessidade de proteção e o risco de hospitalização.
De acordo com as entidades, a partir dos 40 anos, o risco de ataque cardíaco aumenta em dez vezes e o de AVC oito vezes nos primeiros três dias após uma infecção por influenza e idosos permanecem com risco elevado para AVC até dois meses depois de se contaminar pelo vírus, o que reflete nas admissões em UTI, que cresceram 187% e em 157% mais óbitos.
Vacina no DF
A campanha de vacinação contra a gripe já começou no Distrito Federal. Os grupos prioritários podem procurar uma das mais de 100 salas de vacina disponíveis em diversas UBSs em todo o DF. Entre os públicos-alvo estão idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes pública e privada.
Para atender a demanda, o primeiro lote com cerca de 80 mil doses da vacina contra a influenza foram entregues. Atualizada anualmente, a imunização deste ano protege contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem já se vacinou em anos anteriores deve comparecer para receber a nova dose. A aplicação pode ser feita junto a outras vacinas do calendário de rotina.
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