Curta nossa página

QuintoAndar

Aluguel em Brasília tem 5ª alta consecutiva e valor do m² ultrapassa os R$ 50

Publicado

imóveis
Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília


O valor médio para alugar um imóvel em Brasília ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos R$ 50 por metro quadrado. É o que aponta o Índice de Aluguel QuintoAndar WImoveis.

Na capital federal, em outubro, a alta em comparação com setembro foi de 0,61%, com o preço médio de R$ 50,01 por metro quadrado.

Foi o 5º mês consecutivo de alta nos preços. Somente nos últimos 12 meses, o valor dos imóveis subiu 20,11% no Distrito Federal. Trata-se do maior percentual de toda a série histórica do indicador, iniciada em 2019.

Em termos absolutos, quem aluga um imóvel hoje está pagando, na média da cidade, cerca de R$ 8 mais caro o metro quadrado do que em outubro de 2023.

Entre os tipos de dormitório, os imóveis de três quartos se destacaram em outubro. O aumento foi de 1,69% em comparação com setembro. No último mês, o preço médio do m² desse tipo de imóvel foi de R$ 45,85.

Isso significa que uma pessoa que tenha decidido alugar um apartamento de 70 metros quadrados terá que desembolsar, em média, R$ 3.209 por mês de aluguel, sem contar o condomínio, IPTU e outras taxas.

“O aumento dos preços em Brasília reflete o momento econômico do país, com o aumento paulatino da renda das famílias. Na capital federal, em específico, a demanda é sempre alta e a oferta nem sempre a acompanha, o que abre espaço para uma valorização maior”, afirma Pedro Capetti, especialista em dados do Grupo QuintoAndar.

Nos últimos 12 meses, das oito regiões monitoradas pela pesquisa, somente Guará apresentou uma oscilação ligeiramente negativa dos preços (-0,3%). A maior alta foi registrada no Setor Sudoeste, com elevação de 28,9% no preço médio do metro quadrado no período.

Apesar dos preços elevados, os consumidores ainda encontram espaço para negociar. Dados do Índice de Aluguel QuintoAndar WImoveis mostram que o desconto médio das transações feitas em outubro foi de 3% – 0,3 ponto percentual acima do valor registrado no mesmo mês de 2023.

“Ainda há espaço para negociar e conseguir o melhor preço na hora de alugar. Para quem deseja barganhar, começar a busca mais cedo aumenta a chance de obter um desconto melhor”, pontua Capetti.

Sobre o Índice de Aluguel | Metodologia

A metodologia do Índice usa um modelo de preços hedônico, flexível, e incorpora dezenas de variáveis estruturais e locacionais para melhorar a qualidade e precisão dos dados. Fatores como tamanho, número de vagas de garagem, acessibilidade a escolas, entre outros, são levados em conta. Como resultado, o Índice se mostra um retrato fiel das tendências no mercado.

O Índice está em São Paulo, Rio, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília e tem periodicidade mensal.

Sobre o Grupo QuintoAndar

O Grupo QuintoAndar é o ecossistema imobiliário líder na América Latina, com presença na Argentina, Brasil, Equador, México, Panamá e Peru. Com 10 anos de atuação, mais de 45 milhões de visitas mensais e 7 milhões de anúncios publicados em suas plataformas.

Com sua expertise de mercado, o Grupo conta com um núcleo de dados que acompanha as principais tendências do setor, desenvolvendo estudos, pesquisas e relatórios exclusivos sobre o mercado imobiliário, como o Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb, para assim abrir portas para o conhecimento, auxiliando seus clientes a morarem melhor e seus parceiros a fechar mais negócios.

A holding também possui um portfólio diversificado de marcas e soluções que aliam tradição e inovação e abrangem todas as diferentes etapas relacionadas à moradia (como anúncios, locação e administração, compra e venda de imóveis, garantia locatícias, gestão de condomínio e mais), por meio de suas marcas QuintoAndar, QuintoCred, Imovelweb, Wimoveis, Zonaprop, Inmuebles24, Adondevivir, Urbania, Plusvalía, Compreoalquile e Tokko Broker, entre outras.

Trilhando o futuro

Brasília é eleita pela 2ª vez a cidade mais sustentável do Centro-Oeste

Publicado

Por

Ao Vivo de Brasília
Brasília cidade sustentável
Foto/Imagem: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Capital de todos os brasileiros, Brasília novamente lidera, no Centro-Oeste, o caminho da sustentabilidade, sendo novamente premiada como a cidade detentora dos melhores índices nesta temática. A honraria é conferida às cidades que equilibram o crescimento econômico com as necessidades dos seus cidadãos.

Para chegar ao status dado agora novamente a Brasília, a cidade precisa adotar, como princípio básico, o uso eficiente de recursos naturais (como gestão adequada da água e resíduos), além de um fortalecimento da governança, do consumo responsável, da justiça social e da transformação digital. Tudo isso visando a garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

Segundo o secretário-executivo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), Wisney Rafael Alves Oliveira, a pontuação de Brasília teve um aumento de 3,45% em relação a 2024, subindo 19 posições no ranqueamento geral. “Nossos índices mais fortes foram relacionados à gestão e ao bem-estar”, pontua.

Ele também lembrou as boas práticas em outras esferas da administração, como a segurança e a área social. “Por isso, é uma honra receber este prêmio”, afirma. “A Bright Cities reconhece que essas boas práticas são resultados de cidades inteligentes”.

Outros destaques

Além de Brasília, outras cidades da região também receberam o reconhecimento, como Cuiabá (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO) e Anápolis (GO). Já a classificação nacional é marcada pela predominância de municípios paulistas nas primeiras posições. Barueri lidera a classificação geral, ao lado de São Caetano do Sul, Jundiaí, São Paulo e Santos, que surgem na sequência. A capital paulista está no 14º lugar entre os aglomerados urbanos mais sustentáveis do país.

Divulgado há uma semana, o Ranking de Cidades Sustentáveis 2025 da Bright Cities é baseado nos indicadores da norma ISO 37120 – que define e estabelece metodologias para orientar e medir o desempenho dos serviços da cidade, como oferta de esgoto e água potável e a qualidade de vida.

O ranking leva em consideração um total de 43 indicadores, cobrindo os mais diversos temas, como desenvolvimento econômico, meio ambiente e governança, tornando-se uma importante referência para governos e instituições em todo o país.

Critérios avaliados

A análise na qual Brasília se destacou é baseada em cinco pilares: prosperidade, infraestrutura e serviços básicos, gestão, bem-estar e segurança. O objetivo é divulgar quais municípios possuem melhores práticas e despertar a atenção dos que recebem menor classificação, mostrando que é possível atingir melhores níveis de avaliação.

A Bright Cities é uma plataforma global de diagnóstico para municípios, cuja análise é inspirada nas normas ISO de cidades – assim como os ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos até 2030. Os ODSs englobam inúmeras frentes, como a erradicação da pobreza e a melhoria da saúde e bem-estar da população – além da adoção de objetivos como fome zero, igualdade de gênero e água potável e saneamento para todos.

Confira a lista completa das cidades agraciadas.

CONTINUAR LENDO

Segurança alimentar

Prato Cheio: benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias

Publicado

Por

Ao Vivo de Brasília
Cartão Prato Cheio
Foto/Imagem: Renato Raphael/Sedes

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses.

“Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha.

O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou.

“Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou.

Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos.

“Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado.

Prato Cheio

Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses.

Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias.

O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões.

As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.

CONTINUAR LENDO
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais Lidas da Semana

© 2015-2024 AVB - AO VIVO DE BRASÍLIA - SIA Trecho 5, Ed. Via Import Center, Sala 425, Brasília - DF. Todos os Direitos Reservados. CNPJ 28.568.221/0001-80 - Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços de notícias de agências nacionais e internacionais, assessorias de imprensa e colaboradores independentes. #GenuinamenteBrasiliense