Economia
A jogada certa: jogos de azar como solução para a recessão econômica?

Numa época em que a economia global ainda está lutando para se recuperar das consequências de uma crise financeira e uma pandemia, uma indústria tem demonstrado um potencial surpreendente de resistência e crescimento: a indústria dos jogos de azar. Desde tradicionais cassinos a modernos slots criptomoedas online, os jogos de azar são vistos por alguns economistas e políticos como uma solução potencial para recessões econômicas.
Mas, quão efetivos são os jogos de azar como solução para a recessão econômica? É o que tentaremos responder neste artigo, ao explorar a complexa interação entre jogos de azar e a economia.
A relação entre jogos de azar e a recuperação econômica
A indústria dos jogos de azar tem a capacidade de impulsionar a economia através de várias maneiras. Em primeiro lugar, os jogos de azar podem gerar grandes quantidades de receita, tanto para as empresas privadas que operam as plataformas de jogos quanto para os governos na forma de impostos. A American Gaming Association, por exemplo, estima que a indústria de jogos contribuiu com mais de $261 bilhões para a economia dos EUA em 2017, além de criar 1.8 milhões de empregos.
Além disso, os jogos de azar podem desencadear efeitos indiretos positivos na economia. Os jogadores frequentemente gastam dinheiro em hotéis, restaurantes e outros serviços relacionados, o que pode impulsionar o crescimento em setores além dos jogos.
Os efeitos dos jogos de azar na geração de empregos durante períodos de recessão
Durante uma recessão, a geração de emprego é uma preocupação crítica. Aqui, os jogos de azar podem desempenhar um papel crucial. Como uma indústria intensiva em mão-de-obra, a abertura de novos cassinos ou a expansão de serviços de jogos online podem criar muitos empregos.
De acordo com a European Casino Association, a indústria de cassinos na Europa empregou mais de 70.000 pessoas em 2016. Além disso, cada emprego em um cassino pode criar até 1.5 empregos adicionais na economia local.
O papel dos impostos provenientes dos jogos de azar no desenvolvimento econômico
Os impostos provenientes dos jogos de azar são uma fonte significativa de receita para muitos governos. Por exemplo, nos EUA, a indústria de jogos pagou cerca de $10.7 bilhões em impostos diretos em 2019.
Esses impostos podem ser usados para financiar serviços públicos essenciais, como saúde e educação, além de serem investidos em infraestrutura, o que pode ter um impacto direto e positivo no desenvolvimento econômico.
Ademais, os impostos dos jogos podem atuar como um estabilizador automático durante as recessões. Como o jogo tende a ser resiliente à desaceleração econômica, a receita fiscal proveniente dos jogos pode ajudar a amortecer as quedas na receita fiscal durante as recessões.
Os impactos positivos e negativos da legalização dos jogos de azar na economia
A legalização dos jogos de azar pode trazer vários benefícios econômicos, como a geração de empregos, aumento das receitas fiscais, e estímulo ao turismo. No entanto, também pode ter efeitos negativos, incluindo o aumento de problemas de vício em jogos, crimes e empréstimos predatórios.
Por exemplo, um estudo de 2015 na Austrália encontrou que a legalização dos jogos de azar online resultou em um aumento dos problemas de jogo e uma maior incidência de crimes relacionados ao jogo. É, portanto, crucial que os governos implementem políticas eficazes de regulamentação e educação para minimizar esses impactos negativos.
Os efeitos dos jogos de azar na distribuição de renda durante uma recessão
Os jogos de azar podem afetar a distribuição de renda de várias maneiras. Em termos positivos, a indústria dos jogos de azar pode fornecer empregos bem remunerados para trabalhadores de baixa qualificação, ajudando assim a reduzir a desigualdade de renda.
No entanto, os jogos de azar também podem agravar a desigualdade de renda. Como as pessoas de baixa renda tendem a gastar uma proporção maior de sua renda em jogos de azar, isso pode levar a um aumento da pobreza e desigualdade.
A relação entre jogos de azar e o mercado imobiliário durante períodos de recessão
A indústria dos jogos de azar pode ter um impacto significativo no mercado imobiliário. Por exemplo, a abertura de novos cassinos pode levar a um aumento na demanda por imóveis comerciais e residenciais na área circundante.
No entanto, durante uma recessão, a situação pode ser mais complexa. Enquanto alguns podem ver os jogos de azar como uma forma de escapar das dificuldades econômicas, outros podem se retrair devido à incerteza econômica, levando a uma demanda reduzida por imóveis associados ao jogo.
A relação entre jogos de azar e o crescimento do turismo durante períodos de crise econômica
Os jogos de azar podem desempenhar um papel crucial na promoção do turismo, especialmente em tempos de crise econômica. Locais como Las Vegas e Macau são exemplos famosos de como a indústria dos jogos de azar pode atrair turistas de todo o mundo.
Além disso, o turismo de jogos pode trazer benefícios indiretos para a economia local, incluindo o aumento da demanda por serviços relacionados ao turismo, como acomodação, alimentação, entretenimento, entre outros. Assim, mesmo em tempos de recessão econômica, a indústria do jogo pode continuar a contribuir para o crescimento do turismo e, consequentemente, para a economia local.
Conclusão: jogos de azar como solução para crises econômicas
Embora existam riscos associados aos jogos de azar, não se pode negar que a indústria tem um potencial significativo para auxiliar na recuperação de recessões econômicas. Seja através da geração de emprego, aumento das receitas fiscais, estímulo ao turismo ou impulsionando indústrias relacionadas, os jogos de azar podem ser uma fonte de crescimento econômico resiliente em tempos difíceis.
No entanto, é crucial que os governos implementem políticas eficazes para garantir que o crescimento da indústria dos jogos de azar seja sustentável e benéfico para a sociedade como um todo. Afinal, um cassino econômico bem jogado pode se revelar uma aposta que vale a pena.

Organização das Nações Unidas
Nível do mar pode subir até 21 centímetros em cidades brasileiras até 2050

Relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) alertou para a subida do nível do mar e o aquecimento das águas como ameaça à existência das ilhas do Pacífico.
Segundo o relatório apresentado pelo secretário-geral, António Guterres, em algumas localidades do Pacífico houve aumento de 15 centímetros nos últimos 30 anos.
“As mudanças aqui na região do Pacífico são visíveis desde minha última visita”, disse Guterres, ressaltando que o mar sofre com o calor e o oceano “absorveu mais de 90% do aquecimento global nos últimos 50 anos”.
Todas as mudanças no oceano, conforme o secretário-geral da ONU, colocam as ilhas do Pacífico em grande perigo.
“Sem cortes drásticos nas emissões, as ilhas do Pacífico podem esperar pelo menos 15 centímetros adicionais de aumento do nível do mar até a metade do século e mais de 30 dias por ano de inundações costeiras em alguns lugares.”
O Brasil, apesar de não ser citado diretamente na apresentação de Guterres, apareceu representado por duas cidades em documento divulgado pela ONU, também sobre estimativas e análises relacionadas ao aumento do nível do mar.
O Surging Seas in a warming world: The latest science on present-day impacts and future projections of sea-level rise (Mares em elevação em um mundo em aquecimento: a ciência mais recente sobre os impactos atuais e as projeções futuras da elevação do nível do mar, em tradução livre), apontou, segundo informações do G1, duas cidades cariocas: o distrito de Atafona, em São João da Barra, e a cidade do Rio de Janeiro. Ambas as localidades podem conviver com aumento do nível do mar entre 12 e 21 centímetros até 2050.
A estimativa foi realizada levando em conta um cenário de aquecimento global de 3 ºC até o final do século.
Guterres alertou, nesta terça-feira (27), que os líderes globais precisam se mobilizar para reduzir drasticamente as emissões globais. “Somente limitando o aquecimento a 1,5 ºC teremos uma chance de evitar o colapso irreversível das camadas de gelo da Groenlândia e da Antártica Ocidental – e as catástrofes que as acompanham”, orientou.
A mudança significa, portanto, reduzir as emissões globais em 43%, em comparação com os níveis de 2019, até 2030, e em 60% até 2035.
O secretário-geral disse, ainda, que o mundo deve “aumentar maciçamente o financiamento e o apoio aos países vulneráveis”.
Seu negócio
Como o Big Data está transformando as estratégias empresariais

O Big Data é parte da Internet das Coisas, que tem regido todo o universo online atualmente. Ambiente como sites, mercados, empresas ou redes online sempre recorrem a Big Datas de alguma forma. O cassino 777bet, por exemplo, também utiliza dessa rede de informações que está dominando o mundo virtual e se apresentando muito útil no dia a dia da população.
Compreender o funcionamento do Big Data e interpretá-lo em relação ao seu negócio é fundamental. Isso porque é benéfico tirar o máximo de proveito de um recurso como este. Aqui falaremos a respeito de alguns detalhes que perpassam o Big Data, como o que ele é, como funciona, seus pilares e como pode contribuir para o seu negócio, tornando-o mais eficiente e aumentando o seu alcance geral.
O que é Big Data
Se trata, em particular, de uma rede de informações virtuais que podem ser acessadas de qualquer lugar e estão conectadas entre si. Hoje, existem diversos exemplos de Big Datas online para apresentar. O YouTube e a Wikipédia são alguns deles, que funcionam como redes de distribuição de informações por meio de vídeos e textos, respectivamente.
Apesar de termos definido Big Datas como uma rede de informações online, alguns acreditam que toda e qualquer informação disponível a respeito de qualquer coisa virtualmente é um Big Data. Assim, isso se torna muito mais amplo e percebe-se a presença desse tipo de rede em todos os lugares a todo momento. Assim, diversos meios podem utilizar o Big Data para crescer, como Feiras Virtuais, Empresas, Redes sociais, dentre outros.
O conceito de Big Data é relativamente novo, visto que surgiu com uma revolução tecnológica abrangente e exponencial. Apesar disso, já existem meios de armazenar dados e informações há muito tempo. O maior exemplo de Big Data analógico são as bibliotecas, que funcionam exatamente dessa forma, armazenando e processando informações para dar acesso a elas para o público, apenas com a diferença de não funcionar online.
Os 5 Vs que Regem o Big Data
O Big Data surgiu no meio virtual como parte de um conceito de cinco Vs que, em teoria, deveriam ditar um banco de dados funcional: Volume, Velocidade, Variedade, Variabilidade e Vínculo. Abaixo falaremos a respeito de cada um deles para que você entenda melhor sobre seus funcionamentos e o que era esperado de cada um. Acredita-se ainda que todos esses Vs são essenciais para a criação e permanência de uma empresa online, principalmente se ela fizer uso de Big Data em sua estrutura, algo que, a depender do conceito utilizado, com certeza acontece.
- Esse foi um detalhe percebido assim que o Big Data começou a crescer, já que armazenar tantas informações gera um volume absurdo e exige um armazenamento enorme online. Para empresas esse armazenamento é fundamental, visto que o volume representa a quantidade de informações coletadas, como entrada, saída, feedbacks, dentre outras coisas. Felizmente, hoje em dia, já é possível armazenar dados e informações de forma compactada e na nuvem.
- Para que um Big Data funcione de forma eficiente e atenda as necessidades dos seus usuários, é preciso que ele seja rápido. A velocidade não necessariamente versa sobre a conexão com a internet, mas outros aspectos, como a velocidade de processamento de dados, com a qual as estruturas são atualizadas e a expansão de conteúdos.
- Dados em formatos diferentes exigem armazenamentos diferentes. Por isso, é preciso se manter atento às necessidades específicas de cada dado, para evitar problemas e manter-se sempre com estruturas bem definidas. As informações de um Big Data podem aparecer como listas, planilhas, vídeos, imagens, dentre outras coisas. São muitas opções para serem trabalhadas.
- A variabilidade trabalha a oscilação dos acessos. Isso porque as redes sociais, por exemplo, não são movimentadas com a mesma intensidade em todos os momentos do dia. Com isso, surge a necessidade de uma administração e estabilização diferente a depender do momento e de quantos usuários estão acessando aquele Big Data. Assim, a variabilidade se torna um ponto-chave a ser considerado e estudado.
- Vínculo. Dados alheios podem dar muito problema na hora de fazer uma análise ou tratamento. Quanto mais informação acumulada, mais detalhes podem ser perdidos e mais trabalho vai dar para analisar tudo. Por isso, fazer uma ligação pré-estabelecida entre as informações, criando vínculos entre os dados é fundamental e pode garantir maior estabilidade da rede.
Como o Big Data Interfere em um Negócio
Com o Big Data é possível fazer uma análise do seu negócio. Ele acumula e conecta dados e informações diversas que irão ser tratadas e te dirão coisas importantes, como quem está acessando a sua empresa, qual o produto que mais tem saída, quais passos podem ser tomados a seguir, dentre outras coisas. O comportamento dos consumidores e da sua marca passam a ser monitorados, facilitando um possível crescimento.
Aqui os 5 Vs entram com tudo. Cada detalhe deles é útil e deve ser levado em consideração se tratando da sua empresa, já que afetarão ela diretamente. Por isso, entendê-los e saber aplicá-los no seu negócio é fundamental.
Usos do Big Data
Além de análises gerais, existem alguns usos específicos do Big Data no seu negócio. Veja quais são os principais e entenda seus papeis na sua empresa ou negócio.
- Mapeamento do consumidor. Entender quem é e o que pensa o seu consumidor é fundamental para a sua empresa crescer e oferecer sempre os melhores produtos e serviços. Por isso, esse mapeamento é fundamental e faz com que você sempre mire no público alvo correto, ciente das suas demandas e pensamentos.
- Controle de entrada e saída. Financeiramente, o Big Data vai te ajudar a controlar o que entra e o que sai, seja em dinheiro ou em produtos. Esse controle não somente contribui para que sua empresa esteja sempre no verde, mas também faz com que você entenda quais as demandas dos consumidores.
- Análise de redes. As redes sociais são, hoje, o melhor meio de comunicação com qualquer público quando se trata de negócios online e virtuais. Por isso, utilizar a Big Data para processar e analisar informações das redes sociais da sua empresa, como qual público, quais as interações e o que está sendo feito acaba contribuindo para um melhor desempenho geral do seu negócio.
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