Stevie Awards 2023
TIM recebe prêmio por avanços em inteligência artificial e digitalização
Com indicações inéditas, a TIM Brasil garantiu o primeiro lugar em duas categorias do Stevie® Awards for Sales & Customer Service 2023, premiação internacional que reconhece as melhores práticas e soluções nas áreas de vendas, atendimento ao cliente e call center. A empresa concorreu com dois cases de automação do atendimento, em parcerias com a IBM e a DialMyApp, focadas em tornar mais eficiente a experiência do cliente nos canais de relacionamento. Esta é a 17ª edição do prêmio, conhecido com o “Oscar do mundo dos negócios”, que avaliou mais de 2.300 empresas de 49 países por um júri composto por 170 profissionais espalhados pelo mundo.
“Estamos muito orgulhosos de levar esses dois prêmios para casa! A TIM vem reforçando seu compromisso com a sociedade, investindo cada vez mais em inteligência artificial para melhorar a vida das pessoas. Esta é uma das premiações mais importantes do mundo e fomos a única operadora brasileira na disputa. Seguimos determinados em nosso propósito de ser a operadora mais querida do Brasil”, comemora o Diretor de Inteligência Artificial da TIM, Olímpio Fernandes.
Na categoria “Achievement in Customer Service Automation”, que avalia o sucesso na automação do atendimento ao cliente, a operadora foi destaque apresentando o case em parceria com a DialMyApp. A solução, implementada em 2020, representa uma evolução no autoatendimento por meio dos canais digitais. Com a tecnologia, é possível interceptar uma chamada realizada para o call center e converter a jornada do cliente em atendimento digital, personalizando a experiência e automatizando o processo. Desde a sua implementação, mais de 125 milhões de ligações passaram pela solução, sendo 55% convertidas em contatos digitais, ou seja, tiveram atendimento de suas demandas sem passar pelo contact center. “O case se tornou uma referência global e é o resultado do trabalho de um time que não mede esforços para superar as expectativas.” Flávia Pollo Nassif, co-founder e CEO da DialMyApp Brasil.
Já na categoria “Best use of Technology in Customer Service”, a operadora destaca o case da assistente virtual TAIS, utilizando a IBM Watson Assistant. Combinando voz em linguagem natural, jornadas de acordo com o contexto do usuário e análise de sentimento, a solução revolucionou a maneira como os clientes interagem com a empresa. “É mais um passo importante em nossa busca incansável por entregar o que há de melhor para os clientes da TIM, fazendo com que se sintam cada vez mais próximos da TAIS”, ressalta Argus Cavalcante, Associate Partner da IBM Consulting Brasil.
Desde a sua implementação, em 2020, mais de 107 milhões de chamadas já tiveram interação com a assistente, sendo 45,3 milhões apenas em 2022. A solução utiliza a IA para identificar as necessidades dos clientes de forma preditiva e automática, gerando respostas e medidas corretivas.
“Toda essa integração de dados e gestão das demandas dos nossos clientes, resulta na criação de um círculo virtuoso, onde conseguimos ser cada vez mais assertivos, ágeis e empáticos, retroalimentando nossas jornadas, criando e otimizando continuamente as experiências vividas por nossos clientes. Isso é a fundação do nosso dia a dia: trabalhar tendo o cliente no centro das nossas motivações e evoluções”, destaca Auana Mattar, CIO da TIM Brasil.
A TIM Brasil esteve presente na cerimônia de anúncio dos vencedores que foi realizada durante um banquete de gala, no dia 3 de março, no Caesars Palace, em Las Vegas, nos Estados Unidos. “Os finalistas de 2023 têm todos os motivos para se orgulhar de suas conquistas e do reconhecimento que receberam dos juízes do Stevie”, comenta a presidente do Stevie Awards, Maggie Miller.
Sobre a TIM
“Evoluir juntos com coragem, transformando tecnologia em liberdade” é o propósito da TIM. A operadora tem a maior cobertura móvel e presença 4G do Brasil e lidera a implementação do 5G no país, em linha com sua atitude protagonista e a sua assinatura: “Imagine as possibilidades”. Comprometida com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança, integra importantes carteiras da bolsa brasileira, como a do Novo Mercado, do S&P/B3 Brasil ESG e do Índice de Sustentabilidade Empresarial. Está listada no Sustainability Yearbook 2022, que reúne as empresas mais sustentáveis do mundo, e foi a primeira operadora a certificação ISO 37001, de combate ao suborno. Faz parte ainda do Índice de Equidade de Gênero da Bloomberg e lidera, entre as empresas do Brasil e do setor de telecom mundial, o Refinitiv Diversity & Inclusion Index.
Sobre o Stevie Awards
Os Stevie Awards são concedidos em oito programas: Asia-Pacific Stevie Awards, German Stevie Awards, Middle East & North Africa Stevie Awards, American Business Awards®, International Business Awards®, Stevie Awards for Great Employers, Stevie Awards Prêmios para Mulheres nos Negócios e Prêmios Stevie para Vendas e Atendimento ao Cliente. As competições do Stevie Awards recebem mais de 12.000 inscrições a cada ano de organizações em mais de 70 países. Homenageando organizações de todos os tipos e tamanhos e as pessoas por trás delas, os Stevies reconhecem desempenhos excepcionais no local de trabalho em todo o mundo.
Atualizado em 09/03/2023 – 14:36.
Saúde
Líder em leitos de UTI no país, Distrito Federal tem o dobro da média nacional
Eleita a capital com melhor qualidade de vida do país, Brasília é destaque em uma área essencial para a população: a saúde. Um estudo da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) aponta que o Distrito Federal tem mais que o dobro de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por 100 mil habitantes se comparado à média brasileira. Enquanto a nacional é de 36,06 leitos para cada 100 mil habitantes, Brasília possui 76,68, a maior entre todas as unidades da Federação.
Essa marca não é por acaso. Ela é fruto do trabalho deste Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos seis anos, na rede pública de saúde, e do setor privado. Na rede pública, os leitos saltaram de 319 em dezembro de 2018 para 433 até novembro deste ano.
Para o governador Ibaneis Rocha, o dado reforça o compromisso do GDF com uma área sensível e que demanda cuidado constante. “Quando assumimos o governo em 2019, sabíamos que um dos maiores desafios era a saúde, que foi sucateada nos últimos anos. Lançamos mão de um trabalho de recuperação das unidades de saúde, construímos 12 UBSs, 7 UPAs, ampliamos e reformamos hospitais e também cuidamos que a população fosse assistida por servidores e estrutura, como é o caso dos leitos. Superamos aquele que talvez tenha sido o maior desafio de saúde da história, a pandemia de covid-19, que nos ensinou muito e trouxe muitos aprendizados”, destaca o chefe do Executivo.
Atualmente, a rede pública de saúde conta com 615 leitos para atender a população, somando unidades públicas e privadas credenciadas. Na rede pública, destacam-se as unidades do Hospital Universitário de Brasília, do Hospital da Criança de Brasília, do Hospital de Base e do Hospital de Santa Maria, que juntas contribuem com uma parte significativa dos leitos.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) também gerencia 192 leitos próprios, distribuídos em diversas unidades, como o Hospital Regional de Taguatinga, o Hospital Regional de Samambaia e o Hospital de Apoio de Brasília. A lista completa e detalhada pode ser conferida ao final do texto.
Além desses, a população conta com 182 leitos credenciados na rede privada, o que garante uma ampla cobertura para atendimento de urgência e emergência. Hospitais como o das Clínicas, Daher e São Francisco fazem parte da rede de atendimento credenciado.
“O compromisso do GDF de ampliar o número de leitos de UTI proporcionou à população uma rede sólida para atendimentos complexos. Contar com esses leitos também é fundamental para a realização de cirurgias, inclusive as eletivas”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.
Mais intensivistas
No mesmo estudo, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) aponta que o DF tem uma densidade de 14,06 intensivistas para cada 100 mil habitantes. Esse valor representa quase o dobro da densidade da região Sudeste (7,35 para cada 100 mil habitantes) e quase três vezes a densidade do Mato Grosso do Sul (4,90 para cada 100 mil habitantes).
Os intensivistas são médicos especializados no cuidado de pacientes críticos, com atuação em unidades de terapia intensiva para monitorar e tratar condições graves e de risco de vida.
Dentro da rede pública, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal conta atualmente com 961 servidores lotados em unidades de terapia intensiva, dos quais 93 foram admitidos a partir de 2019.
Atualizado em 25/11/2024 – 22:08.
Novembro Dourado
Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil é lembrado neste sábado (23)
O Brasil poderá completar o triênio de 2023 a 2025 com o registro de 7.930 casos por ano de câncer em crianças e adolescentes de até 19 anos de idade. A estimativa é do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Conforme o Ministério da Saúde, o valor corresponde a um risco estimado de 134,81 por milhão de crianças e adolescentes.
Segundo a estimativa, 4.230 casos novos devem ser no sexo masculino e de 3,7 mil no sexo feminino. Os dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam ainda que o câncer pediátrico representa cerca de 3% do total de casos de câncer, considerando adultos e crianças.
O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil é lembrado neste sábado (23). A data foi criada em 4 de abril de 2008 para estimular ações educativas e preventivas relacionadas à doença e promover debates sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer e apoiar os pacientes e seus familiares.
De acordo com o Ministério da Saúde, o número de procedimentos realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) referentes ao câncer infantil vem crescendo ao longo dos anos. Em 2021, foram 10.108 cirurgias, em 2022, 10.115 e em 2023, 10.526. Já os tratamentos por quimioterapia variaram. Em 2021 foram 16.059, em 2022 atingiram 15.798 e em 2023 alcançaram 17.025.
Para a médica Arissa Ikeda Suzuki, do setor de Oncologia Pediátrica do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o crescimento na incidência do câncer infantojuvenil pode ser decorrente de maior número de diagnósticos aliado à melhoria da tecnologia, que devem estar influenciando na capacidade dos profissionais de suspeitarem e darem este tipo de diagnóstico. Isso vem possibilitando também um avanço nas curas.
“A gente vem observando que tem aumentado [o número de casos], mas graças a Deus também tem uma evolução da melhoria da curabilidade delas. Apesar de a gente não conseguir curar totalmente 100% dos casos, temos tido uma evolução da questão da sobrevida ao longo desses anos, uma melhoria, com maior suporte e diagnóstico mais exato, com estudos moleculares que permitem outros tipos de tratamento, além da químio, da radioterapia e da cirurgia. Todos esses avanços estão sendo observados ao longo dessas décadas”, analisou a médica.
Segundo ela, por ano, o INCA faz o tratamento de 250 a 300 pacientes desta faixa de idade, entre eles, cerca de 16 a 20 crianças ou adolescentes ficam internados na unidade da Praça da Cruz Vermelha, no centro do Rio.
“A gente interna os pacientes que estão mais graves, muitas das vezes aqueles que necessitam de diagnóstico mais rápido possível. Não são todos que a gente abre matrícula por mês que ficam internadas. Elas são acompanhadas ambulatorialmente e a gente segue a investigação e segue o tratamento, na maior parte das vezes, ambulatorial”, contou.
O tempo de internação varia conforme o tipo de necessidade de tratamento ou de avaliação médica sobre a presença dos tumores. “Nem todos internados são para avaliação diagnóstica, alguns são por intercorrência ao tratamento, outros para receberem quimioterapia e infusão contínua são vários níveis, tem paciente pós-operatório. São várias crianças internadas na linha de tratamento do câncer”, explicou.
No período de internação, o INCA desenvolve uma rede de apoio à família dos pacientes com a presença de assistente social. “Sempre um responsável fica internado com o paciente e a assistência social daqui dá todo o apoio para poder criar uma rede que se mantenha durante o tratamento e essa criança receba melhor tratamento possível não só pelo hospital, mas tendo essa rede de apoio porque é um tratamento a longo prazo e necessita desse suporte familiar também”, informou.
Incidência
De acordo com o INCA, os tumores mais frequentes em crianças são as leucemias e de sistema nervoso central, além dos linfomas. Ocorrem ainda os sarcomas (tumores de partes moles), Nefroblastoma (tumores renais), neuroblastoma (tumores de gânglios simpáticos), retinoblastoma (tumor da retina do olho), entre outros.
Já entre os adolescentes, os tumores mais comuns são neoplasias hematológicas (principalmente linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin), carcinomas (principalmente mama, tireoide, melanoma e ginecológico) e tumores de células germinativas.
O câncer infantojuvenil tem particularidades que o diferenciam do câncer do adulto. Em geral, apresentam menor período de latência. Segundo o INCA, costuma crescer rapidamente e torna-se bastante invasivo, porém responde melhor à quimioterapia. Muitos tumores pediátricos são considerados tumores embrionários, pois mantêm características de células presentes nos tecidos fetais.
Sintomas
Os sintomas iniciais do câncer na faixa etária de crianças e adolescentes são inespecíficos, o que torna mais difícil o diagnóstico precoce. No entanto, a médica do INCA avalia que sempre existe a capacidade de suspeita por parte dos profissionais de saúde como no caso das leucemias, quando pode apresentar algum quadro de anemia, prostração da criança que fica mais pálida e com alguns sinais de sangramento e hematomas pelo corpo. Já nos linfomas, às vezes são diagnosticados com o surgimento de nódulos, principalmente, na região cervical, ou de gânglios na região inguinal e super clavicular.
“Quando os gânglios começam a crescer de uma forma mais rápida ou mais lenta, mas com aumento em torno ou acima de 3 cm, é indicado, os pais procurarem o atendimento para uma avaliação mais minuciosa”, recomendou, acrescentando que no caso de tumores no sistema nervoso central, que também é um dos tipos mais frequentes, muitas das vezes estão relacionados a crianças que reclamam de cefaleia associada a vômitos, alterações motoras e neurológicas.
Ainda, conforme o INCA, o câncer pediátrico representa a primeira causa de morte por doença em crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos. No entanto, com o avanço no tratamento, este tipo de câncer é considerado, atualmente, uma doença potencialmente curável. Nos países desenvolvidos, a chance de cura está em torno de 85%. No Brasil o percentual é de 80%. De acordo com a médica, a tecnologia tem sido uma das armas para melhorar a sobrevida dos pacientes. “Em países em desenvolvimento e pobres, têm uma diferença na taxa de sobrevida, por conta do diagnóstico precoce e do suporte das tecnologias”, relatou.
Embora muitas crianças cheguem com a doença em estágio muito avançado aos centros de tratamento brasileiros, tem evoluído o conhecimento dos profissionais de saúde com relação à doença, o que favorece o diagnóstico precoce.
“Na rede pública, cada vez mais a gente tem observado que os profissionais que fazem atendimento nas emergências e clínicas da família têm se atentado com maior frequência na suspeita desse diagnóstico. Isso significa que, com as medidas de campanhas e de sistema educacional para esses profissionais que fazem atendimento direto à clínicas de famílias e comunidades, eles estão sendo treinados e conseguem fazer uma suspeita diagnóstica favorecendo o encaminhamento desses pacientes para os centros de tratamento”, pontuou a médica.
Atualizado em 23/11/2024 – 09:42.
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